Quem ouve as palavras de Deus se entrega inteiramente

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Não devemos fechar nossos ouvidos ao chamado de Deus, visto que nossa alma anseia em ouvir a voz do nosso Pai, Mestre e Amigo Consolador . Nosso pai nos chama a sermos melhores do que o dia anterior, vivendo uma vida serena, repleta da graça divina. O bem é fazer aquilo que nosso coração no impele a fazer, e, quando estamos em união com Deus, nossa alma reflete aquilo que há de melhor sobre a terra, que é, ser benfazeja ao nosso próximo.

Porém, nem sempre nossa alma está disposta a fazer o bem, visto que fechamos os ouvidos para as coisas do Altíssimo. O Bem Maior nos chama a sermos melhores, repito. Não devemos escutar o que aquele que é o mal maior nos ensina a fazer, visto que ele nos pede a fechar nossos ouvidos e trilhar caminhos equidistantes a paz celeste.

Quando Deus nos falar devemos responder, “Fala, que teu servo escuta” (1Sm 3, 10), pois aqueles que desejam viver a felicidade plena devem abrir seus ouvidos a graça de Deus, não escutando aquilo que o mal maior lhes empele a fazer. Quando estamos com Deus vivemos a felicidade, uma vez que vivemos aquilo que há de mais doce na vida.

Grande exemplo de servo fiel e que viveu a felicidade foi Samuel, grande juiz dos tempos passados. Todavia, alguns dirão: Mas não foi aquele que viveu tamanha perseguição? Não o foi que viu seu povo passar a reis estrangeiros? Foi esse mesmo, porém sua felicidade não se encontrava nos méritos que poderia receber aqui na terra, mas naquilo que deveria vir e que veio, qual seja, a Glória Celeste.

Foi ele que abriu seu ouvido a Deus, que desde muito pequenino já foi consagrada ao Santíssimo, muito antes de nascer já tinha sido entregue a Deus por sua mãe, que, desesperado por não conseguir dar à luz, lhe ofereceu como pagamento de uma promessa que firmou com o Pai das nações. Ele ouviu desde o ventre materno, por isso que sempre viveu mergulhado na felicidade.

Se abrirmos também nossos ouvidos, mesmo não sendo desde o ventre materno, teremos a graça de termos a felicidade nosso peito.

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Que os nossos olhos estejam abertos para ver Deus

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Sempre caminhamos com nossos olhos fechados para a glória do Altíssimos, pois quantos santos vemos diariamente e não temos a sensibilidade de lhes dizer: bendito seja o nosso Deus por ti. Isto é o que nos faz dizer que nossos olhos estão fechados. Não dizemos dos nossos olhos da carne, os que estão ao lado do nariz, que estão no nosso rosto, mas os olhos da alma, estes, aí sim, são os verdadeiros olhos.

Já João Batista soube ver a verdade. Ele não permitiu que seus olhos da alma se fechassem, por isso que todos queriam saber se ele era o escolhido, porem ele dizia que não, pois somente pela sua boca se proferia a verdade. Quando ele viu o Salvador disse para seus discípulos: “Eis o Cordeiro de Deus!” (Jo 1, 36). E depois que seus discípulos ouviram essas palavras “seguiram Jesus” (Jo 1, 37), visto que eram totalmente obedientes ao seu mestre, e, agora, seu mestre dizia que ali era o verdadeiro Mestre que eles deveriam seguir.

Devemos também nós saber abrir os nossos olhos, saber reconhecer quando alguém age com santidade, para que possamos dizer: Eis o Cordeiro de Deus. Não que estejamos a dizer que ali seja outro Deus, mas estamos a dizer que ali também é um sinal de Deus, é a presença de Deus que se manifesta sobre nós e nos ensina a percorrer os passos da verdade.

Nosso Pai amado sempre coloca pessoas em nossas vidas que nos incentivaram a percorrer os caminhos da santidade, que nos auxiliaram na caminhada para a morada definitiva, não podemos deixa-los passar sem que sejam aceitos em nossa vida, sem que nós oferecemos para eles um copo da nossa água mais pura.

Devemos ter a paz para poder agradecer a quem está disposto a nos trazer Deus, devemos acolhe-los em nossa vida, para que, assim, possamos crescer dia a pós dia, e, finalmente, avançarmos para a pátria que nos espera lá na terra que nosso Pai nos prepara.

Transformemos nossos corações em templos de Deus

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Neste sábado estaremos meditando sobre a profetisa Ana, mulher já idosa e viúva, contando com 84 anos de idade. Ela buscou viver sua velhice de outro modo. Poderia ter se aprisionado no fracasso, pois era viúva, como todo sabemos, naquele tempo as viúvas eram postas às margens, pois era vista como desvalidas. Porém ela quis proclamar: “O céu se rejubile e exulte a terra!” (Sl 95).

Ela não somente contemplou o menino Jesus, mas também se pôs a trabalho, visto que assim diz a escritura, “e pôs-se a louvar a Deus e a falar do menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém” (Lc 2, 37). Atitude heroica, pois não é fácil proclamar a vinda de um rei pobre, uma vez que todos esperavam um rei ostensivo, porém, este era uma criança.

Devemos tomar como exemplo a profetisa Ana, que, mesmo a diversas dificuldades que rondavam sua vida, quis pôr-se a serviço de Deus. Não devemos ver como empecilho o fato dele dedicar-se totalmente a Deus e que “não saía do Templo” (Lc 2, 37), pois todos nós podemos fazer. Como? Não nos permitindo sair do templo, não o templo físico, mas o templo espiritual. Devemos deixar que nosso alma sempre esteja no templo de Deus, assim, poderemos glorificar ao nosso Deus como a profetisa Ana glorificou.

Nosso coração deve ser o templo de Deus, onde os anjos cantarão louvores ao Altíssimo.

O desprendimento é peça fundamental para o edifício espiritual

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Num mundo totalmente voltado para as coisas fúteis parece até impossível pensar em um serviço para Deus. Para servir a Nosso Senhor devemos nos desprender de nós mesmos, pois enfrentaremos uma batalha que o nosso segundo maior inimigo, nós mesmos, nos convidará a abandonar no primeiro pedido de abandono. Nosso segundo maior inimigo, que também pode ser confundido com o primeiro, o demônio, nunca aceitará que vivemos o desprendimento, visto que o egoísmo nos pede a açambarcar o mundo, tomando com posse nossa.

O desejo de ter tudo arde em nosso peito, principalmente, quando abandonamos algo para servir os céus. Quando voltamos nosso olhar para trás e vemos o quanto tivemos que desprezar para seguir um caminho de paz, logo vem em nossa mente um sentimento de tristeza que invade totalmente o nosso ser. Sempre estamos olhando para trás, mesmo que não queiramos, estamos a olhar para trás, e sentimos a dor das nossas perdas. Parece que tudo que abandonamos eram grandiosos para nós, possa que não tivesse tanta importância quando estávamos a gozar de sua presença, mas quando percebemos que não estamos mais com ele, a dor nós vem.

a solidão

Devemos ter em nossa mente a certeza de que tudo que deixamos para trás servirá de grande consolo quando estivermos a contar os nossos intentos. Vamos nos lembrar de nossos falsos amigos, do dinheiro, dos familiares e dos nossos antigos mestres, tudo isso que talvez nos atrapalhava, ou que talvez era necessário para que pudéssemos seguir o nosso novo caminho. Olharemos para tudo que passou, com uma mente mais voltada a sabedoria, e sorriremos por tudo isso que deixamos.

Todos aqueles que servirem a Jesus ganharam como recompensa um tesouro muito maior do que aquele que foi deixado pelo caminho. Devemos deixar nosso ser morrer um pouquinho para que ele viva mais. Não poderemos escolher uma nova vida sem ter abandonado aquilo que nos atrapalhava, tudo deve ser abandonado se atrapalha o prosseguir na caminhada. Toda pedra que impede a caminha deve ser removida, para que assim possamos prosseguir a passos livres.

As dores são uma sagrada pedagogia

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Como as dores são mal-entendidas pelo ser humana. Todos quando estão passando por momentos tortuosos insistem em colocar a culpa em algo de sua vida, como se algo ou alguém tivesse culpa do que está acontecendo nos seus dias atuais. Não sabemos viver os momentos de maior aprendizado em nossa existência: as nossas dores. São pelas dores que conquistamos os Céus, sem elas não poderíamos crescer nem viver uma vida de maior sabedoria, que com simples palavra converteríamos numerosos povos.

Muitos se perguntam o que os santos possuíam que os faziam saber tão bem lidar com a dor. Vemos no exemplo de Santo Antão, Santo Inácio de Loyola e até mesmo de São Francisco, somente para citar alguns, como eles sabiam lidar tão bem com a dor. Há uma única resposta para essa indagação: eles sabiam viver em Cristo. Todas as dores se tornam leves quando estamos abraçados com o nosso amado Mestre, pois ele nos aconselha a seguir em frente, a batalhar mais ainda, a viver a paz da santidade.

Devemos fazer de nossos dores uma santa pedagogia, que nos fará aproximarmos cada vez mais de um estágio de pureza mais avançado, grau esse de santidade que fará nossa boca proclamar: Não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim. Além do mais, quando estamos com Nosso Senhor Jesus Cristo tudo se torna uma grande andança pelo mundo da felicidade, assim nos esquecemos de nossas dores, de que estamos a viver momentos dolorosos. Tudo se tornará mais manso, e nossas forças serão restauradas, pois todo aquele que acredita na Verdade Encarnada possui força para vencer qualquer batalha.

Deus não nos fez para sermos fracassado e muito menos para ficarmos sofrendo, porém, a dor vem, como vencê-la? Somente seguindo o que foi dito acima. Mas temos outra saída: devemos olhar para a cruz de Cristo, assim saberemos que toda dor não se comparar com a dor maior que foi a do nosso Senhor Jesus Cristo. Todo aquele que sabe contemplar a Cruz no altar sabe viver a paz de uma vida serena, sem murmurações. Quando sentirmos a dor de Cruz, sentiremos também que a nossa não se compara a nada. Mas, não permitamos que nosso momento também de cruz não passe sem deixar uma semente. Entreguemos esse momento ao nosso Criador para que servia para a conversão das outras almas que sofrem.

Tudo vem pela Palavra

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Na nossa vida sempre aprece pessoas dispostas a nos ajudar, que com seus belos ensinamentos nos levam a um grau superior na nossa fé, porém nem sempre estamos dispostos a ouvi-las. Há palavras que são muito mais poderosos do que milhões de gestos. Isso parece uma contradição do que é dito por muitos, visto que dizem que os gestos valem mais do que as palavras, ou que as palavras não fazem tanto efeito quando os gestos. Devemos meditar o que seria dos gestos sem as palavras.

Vivemos em um mundo onde tudo é resumido. Não queremos perder tempo lendo obras gigantescas. Sempre estamos procurando o que for mais simplificado, ao ponto de vista de tempo gasto. Isso também se aplica as palavras. Quantos não são aqueles que deixam de participar de uma bela palestra por achar que aquilo levará muito tempo, que o palestrante se usará de vários artifícios para nos deter e não se utilizará de métodos que dê mais valor ao conteúdo do que a forma de falar. Possa que haja discursos maus elaborados, que somente tenham como fim contagiar o público por algumas horas e que depois não se dê para retirar nada daquilo.

ouvir Em verdade, quando estamos com um espirito muito agitada as palavras realmente cansam, pois nos pede uma certa atenção que nem sempre estamos dispostos a ceder. Um espirito agitado não nos leva a nada, por pior, fazem nos afundar em tempestades. Quando abandonamos por total as palavras que podem nos ajudar, que sempre são carregadas por longos discursos, estaremos a nos jogar em um precipício de perdição, onde dedicaremos um tempo grandiosos em aprender coisas que não nos farão feliz.

A felicidade construímos através de nossas obras. Tudo aquilo que afazemos determina o que levaremos como herança para os nossos dias futuros. Porém, não afaremos nada de bom se antes não houve uma palavra boa que semeou um novo horizonte em nosso coração. Tudo possui um começo, que leva tempo para se desenvolver. Primeiro recebemos a palavra, depois a transformamos em obrar e no final colhemos o fruto. Temos que dedicar mais tempo a ouvir, distinguindo aquilo que é bom do que não serve para nossa vida. Quando dedicarmos mais tempo as palavras boas viveremos mais a felicidade da vida, e, assim, poderemos fazer as boas palavras se propagarem pelo mundo.

Devemos conectar nossa alma a Deus

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Toda maldade surge do coração. Quando estamos vivendo momentos turbulentos não devemos emprega-los a outra situação de nossa vida, mas somente a nossa fraqueza de espírito. Deus nos chama a estar com ele, porém nem sempre aceitamos e isso nos faz afastarmos da paz celeste. Como consequência, surgirá maus pensamentos em nossa vida, seremos conduzidos pelo mal. O mal bate à nossa porta, todavia, Deus também bate. Será quem abriremos a porta?

Há em nós chamados para todos os lados, vindos de diversas parte que podem nos levar para o céu e para o inferno. Somente cabe a nós escolhermos para onde queremos ir. Se escolhermos pelo céu, teremos uma vida de paz e abundância. Se escolhermos pelo inferno, teremos uma vida de perseguição e a miséria estará em nos apertar. Somente é feliz quem vive com Deus, o Senhor Criador de toda terra e céus. Quem vive a infelicidade é porque escolheu oposto dos filhos de Deus.

Porém muitos podem dizer: Conheço diversas pessoas que andam com Deus, porém não vivem uma vida confortável, nem são sorridentes. Isso poderia levar a descrédito tudo que antes foi dito, pois como é feliz uma pessoa que não anda com sorrisos, como é farta alguém que não possuem nem bem material. São nesses momentos que entendemos o que quer dizer: Deus escreve certo por linhas tortas. As pessoas que estão com ele são felizes sim, porém de modo diferente. São felizes por que sua alma está em contato com os Céus. São ricos porque possuem os bens do Reino de Deus.

Já quem está com o maligno pode possuir toda riqueza do mundo, porém é pobre e vive a implorar socorro sem receber auxílio. Pode estar com sorrisos a espalhar por seus rostos, porém sua alma chora amargamente. Nunca alcançará paz que não anda com o Criador, pois não pertence aos seus filhos. Todos que são filhos do maligno tem sua alma distante dos Céus e assim não possuem nada de bom. Quem não tem pensamento celeste é miserável, pois sua alma somente produze infelicidades.

Devemos buscar estar com Deus. Assim teremos nossa alma ligada totalmente aos sonhos

Conectar

Se conectarmos nossa alma a Deus viveremos a paz da eternidade.

do Pai Nosso, do nosso Paizinho. Cristo nos chama a conectar nossa alma totalmente ao que é de Seu e nosso Pai. Quando nossa alma tem amizade com Deus não caberá maus pensamentos. Nosso coração viverá uma paz sem igual, e somente haverá bondade, o mal não encontrará repouso, seremos santos.