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   Quantas coisas nos toma a paciência, ficamos bastantes preocupados com coisasavião de papel pequenas, o nervosismos é algo que nos sapara da calma, e sem calma não alcançaremos a tão esperada e querida felicidade. Ao debruçar-me sobre o desespero; sobre minha vontade de tudo querer resolver; sobre minha vontade de querer ter tudo sobre o meu controle, eis que de uma direção donde eu não a conheço surgira uma voz que me dissera: Olhai para aquele menino. Eu retruquei: Não há nenhum menino. Porém a voz não redarguiu, e, ao olhar para o lado que a referida voz me ordenara, eu vi uma bela criança que, tão alegre, lançava um avião feito de papel ao vento, comecei, sem entender, a meditar sobre aquela sena, o avião de forma maravilho fazia curvas sobre o ar, em tempos o vento o levava para o sul, em outros para o norte e, assim, para todos os lados. Foi incrível, ver a sua leveza – a do aviãozinho de papel – que se encontrava sem destino, totalmente entregue ao vento que, a mercê deste, encontrava o seu destino.

  Após tudo isso (o que acima foi relatado), a voz voltará e me dissera: Entendestes o que vistes. E eu permaneci em silêncio. Antes de calar-se, de ir embora, a voz me disse: Atenha a sua preocupação somente em uma coisa, sendo esta, como ser feliz, e ainda, antes de ir ao destino proposto pelo vento, digo-te, se queres a felicidade sede como aquele aviãozinho, mas não segues entregues ao vento, e sim, e com sim, a Deus.

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