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   untitled   Nos mares do mundo, era grandiosa a quantidade de peixes que lá havia, porém isto não era bom, pois as trevas a tomava e os seus peixes sufocados com esta sujeira iam nadando como se não nadassem, eles não saiam do lugar, como que nadavam em círculos, era triste a suas vidas, não havia luz, somente trevas, o azul era bem escuro, os que viam diziam que era a plena escuridão. Mas, eis que em um belo dia surgiu-se na infinidade do horizonte uma bela barca, que trazia no seu bojo a paz dos novos dias, no seu timão estava um belo homem, ou era um Deus, era um Homem-Deus, era homem, era Deus, enfim, verdadeiro homem e verdadeiro Deus. Nesta barca também tinha muitos homens e Mulheres, bem corajosos, que reverentemente seguiam as orientação daquele que estava no timão desta barca, é esplendorosa a sua beleza.

   Dia após dia, ia-se diminuindo a quantidade de peixes que havia neste tenebroso mar, os peixes estavam sendo retirados deste mar pelos fiéis servos do Mestre da barca, este os orientava a como bem tirá-los – os peixes –  para que eles não fugissem por temerem esta novel beleza, que sempre esteve na vida deles. Eu vi, também havia uma bela Senhora, ele auxiliava tanto os que estavam na barca, como também conduzia para perto os peixes que estavam distantes, os que estavam fora do centro, era tão grande a sua piedade, que todos a louvava, e ela adorava, como ninguém, o Mestre da barca e este a amava ternamente. Em pouco tempo todos os peixes foram retirados, é certo que houve aqueles que se recusaram, por não entender, a serem pegos pelas redes da santidade.

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