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   Em busca da praticidade vamos nos viciando a fazer sem saber o que estamos fazendo, somente sabemos que fazemos com agilidade e, até certo ponto, como precisão. Uma vida rápida, com cem megabits podemos muito construir, cidades que se erguem como um clique, vidas que desmoronam com um só post. Eis a vida que escolhemos!

   Até que ponto é proveitoso viver o afoite, viver uma vida alvoroçada que comorelógio um simples vendaval, rápido vem, rápido se vai, não deixa vestígios, não permite uma maior demora para se conhecer mais. Uma vida que não há bom dia, boa tarde ou boa noite, somente um ligeiro olhar para o relógio, o pulso é mais interessante que o irmão. Parar é perca de tempo. Mais o que fazemos o com o nosso tempo? Os dias se passam tão depressa, na nossa pressa a pressa se faz em nossa vida e com pressa se vai nossos dias de pressa.

   Não que seja proveitoso a lentidão, porém permitir um descanso é essencial para uma profunda reflexão, dia e noite isto devemos fazer. As opiniões formadas por rápidos pensamentos não são dignas de confiança. Ondas revoltas não nos leva ao cais, somente a primeira grande preda que, se formos na sua euforia, nos destruirá e fundo do mar será nosso final.

   Um olhar de carinho exige descanso, descanse na leve brisa que sai das boas conversas, buscai fugir das terríveis ondas dos mares agitados de uma vida capitalista, seja feliz como a felicidade de um bom e alegre tom que diz: BOM DIA.

DE MARIAE NONQUAM SATIS

TOTUS TUUUS

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