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   Que bela imagem vem a nossa mente, eis que surge um homem com diversos pensamentos, sonhos, uma história. Longo é o seu caminho, muitos com ele andam em busca do fim da caminha, por todo o percursos ele caminha a beira-mar a pensar como chegará. Passos e passopegadass formam a sua caminhada que os conduz até o fim, até o fim do que não tem fim.

   Um só pensamento o atormente, sendo este, o que escolher? Que pergunta tenebrosa, várias são as respostas, pois cada um lhe diz uma. O vento lhe chama ao norte, as árvores ao sul, a terra ao leste, a lua ao sudeste, o sol ao seu encanto. Nesta caminhada essas vozes não param. Por onde seguir? Por onde seguir? Os olhos não se abrem, não se abrem, não abrem… Como saberemos dizer, responder, o que a voz da minha voz me pergunta. Pássaros cantam e me encantam a ti seguir, ó verdade que não vejo. Não vejo-te porque não quero te ver, disto eu sei, as respostas vêm, elas estão dentro de mim, não vejo-te porque não quero te ver. Mas a pergunta não se cala, não se cala.

   Somente as palavras das palavras daquele que fala e vive a verdade rompe as trevas que escurecem e não o permitem a ver. Como vos sou grato mãe da verdade, tu que me ensinará e ensina a ele, a mim, a nós, a todos nós, seja quem for tu o falas ele vos escuta, a tua não voz não permite que seja dito, não vos escuto. É mais forte que o raio, ilumina mais que a luz do sol do meio dia. Assim, aquele que caminha chega a uma conclusão, sendo esta, “devo escolher o que é bom, o bem com o seu bem, e devo rejeitar o que não é bom, o mau com o seu mau”.

DE MARIAE NONQUAM SATIS

TOTUS TUUUS

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