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   Os últimos raios do sol que o dia nos proporciona nos impele a uma reflexão que nos fará sentir tudo aquilo que vivemos. Nestes minutos que alastrarão por horas relembramos nossos erros e tentaremos reviver de forma mais viva os nossos acertos, tudo se fará presente diante dos nossos olhos. Quando a claridade do dia perecível não mais se encontrar diante de nossos olhos um só desejo persistirá: a vontade de querer retornar ao início do dia. Não voltaremos ao início, pois o que passou não mais existe, o que ainda existe, o que não passou, devemos guarda-lo para que, como sua essência, se preserve para sempre.

   Bom é chegar a esse momento com a alegria de dizer: tudo fiz em prol deste final. Poucos pensão neste momento, mas ele chegará sem se preocupar se tu pensara ou não que este dia chegaria, ele chegará. Eis o grande momento, é para isso que tudo fazemos e nos preparamos. É para isso, é para isso. Deveras, todas as nossas ações tem como fim legitimar este momento de grande reflexão, esses momento de ressentir todos os raios do sol que retemos em nossa pele e que serviu de alimento ao nosso corpo. Tudo fizemos e fazemos para esse momento.

   Ó Grandioso Deus, a ti só lhes peço que me conceda sabedoria. Quero ser sábio, quero pensar naquilo que poucos pensão, quero me dedicar ao último raio do sol. Os néscios vivem presos ao passado àquilo que não mais existe é o seu sustento, porém, alhures os detentores do vossos espirito tem o passado como aquilo que ele é, passado que não mais existe. Vivendo-te escuto-te e faço dos meus dias uma infinda construção do último dia que será o início do dia interminável.

DE MARIAE NONQUAM SATIS

TOTUS TUUUS

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