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Doces irmãos, eis que minha voz volta a querer sair de minha boca: prisão eterna dos meus pensamentos. Venho falar-vos do que vos já sabes, estamos vivendo em um tempo de grande alegria. As ruas onde antes eram somente dúvidas se tudo se acabaria em confronto se transformou e vemos um certo sorriso.

Porém, uma dívida agora sim cresce, sendo esta: nos esquecemos que somos sofredores? Nosso país está destruído e ainda cantamos!alegres

Todavia a indagação que deve ser feita não é esta, não devemos querer se perguntar se devemos chorar ou cantar. Não é por essa vereda que alcançaremos uma sociedade de mente sã.

Preocupam-se com os dispêndios que são gerados com os patrocínios aos “circos” que nos alimenta de fantasia e nos afasta de uma realidade criada pelos que só enxergam os fracassos.

Vede bem, com esse último parágrafo não quero desdizerde-me, não sou um louco. Entretanto quero falar-vos que não é tirando o sorriso dos lábios dos nossos irmãos que faremos a sociedade “acordar”. Se nós mesmos estamos dormindo como faremos os nossos irmãos acordarem.

Por fim, belos foram os ensinamentos da virgem gloriosa, visto que não ouve notícia de que esta saiu pelo mundo gritando: São eles, são eles, os culpados, os culpados. Dizer isto para muitos é grande coisa. Esta virgem, porém, fez muito mais, ela não criticou, ela trabalhou por aqueles que não trabalhavam.

Fazei o mesmo!

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