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   Com a poeira deste chão minhas lagrimas se vão perdendo-se na imensidão singular desta terra. Tão longe da minha casa estou, nem mais lembro-me como era a minha terra. Esta é a vida de um viajante que solitariamente sai pelo mundo afora em busca de novas casas, não que seja algo ruim, uma vez que não o é, porém a solidão de estar só é barbara.

   Falar-vos-ei dos meus sonhos de viajante, saibam, caros amigos, duramente nos esforçamos para descobrir que devemos estar distantes de nossa terra, nunca esquecemos que isto é necessário para o crescimento nosso e do mundo. Não iremos crescer se não nos dispusermos a querer isto. E tenham, também, em vossas mentes que ficando estáticos na mesma posição em que sempre estivemos não nos ajudará a avançar, óbvio. Digo-vos mais, se quiseres mudar saiam de vossa terra, sim, abandonem a vossa terra onde tu fixaras tuas raízes, se lá permanecerdes não há verá crescimento para ti. Não quero dizer com isso que tudo que temos hoje é algo ruim, não, não é isto, mas quero admoestar-vos de que quando saímos de onde estamos conseguimos entre em uma interligação maravilhosa com outras pessoas que tem algo diferente a nos propor, que não quer dizer que teremos que abandonar o que já temos somente iremos depositar mais e mais na cultura destes e eles a nós. Sempre saibam qual é a vossa terra.

   Não sei se fui claro mais esses são os sonhos de um viajante: crescer também ajudando outros a crescer.

   Por fim, ficai com a doce presença de Maria Santíssima.

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