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   Não desejai ver o que vós não compreendereis. Maldito sejas todos que veem e fazem que não veem. Eis o mal que desbarata a alma.

   Quando tudo era neblina meus olhos estavam imunes as culpas da alma, nada poderia mo imputar culpa, pois nada eu podia ver, visto que grande era a neblina. Porém, levianamente minha boca clamou pelo sol, este veio e dissipou de forma total as neblinas que me tornava cego à vista do horizonte. Copiosa foi minha culpa, pedi a luz, a luz me veio e eu rejeitei inundar-me pela luz.

   Hoje tudo vejo, eis a minha triste, mas ousei fingir que não vejo, não permito que as luzes que tudo torna claro entre em meu peito e façam da minha escuridão clareza. Hoje espero as orações dos santos que têm em si luz para que as luzes de suas orações quebrem as correntes de escuridão que afligem minha alma. Espero-vos por vós, por obséquio orem, pois eu espero por vossa luz do encanto.

   Por fim, peço-vos que vivam por quem não vive!

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