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Deus quis que surgir-se algo além dele, para que não mais pairasse seu espirito na escuridão do mar. Primeiro Deus criou a Luz, depois separou as trevas da luz e fez a terra e o céu, e assim prosseguiu sua criação. Por último Deus fez o homem, isso deve conter um significado especial, pois ele quis que fosse o final de sua criação, como se todo fosse uma única obra e o homem abrilhantasse toda esse conjunto: fui o último rabisco na no projeto divino, na tela da criação.

Nunca o homem pode dizer que Deus não o ama, pois foi a obra que ele criou com mais carinho, foi a obra final, a perfeição de todos os seus pensamentos. Tudo que foi feito posteriormente foi pensando no homem. Com o seu pecado, que lhe afastou temporariamente de seu Criador, Deus procurou unir-lhe novamente com sua infinita misericórdia e isso se deu com o projeto da salvação, que incluía a si própria como oferenda para a remissão dos pecados de sua criação, ou seja, Deus se fez homem para remir os pecados do homem.

De tudo que Deus criou, seu amor está mais dedicado à sua obra última. Isto não quer dizer que as demais criaturas não mereçam respeito e não devam ser cuidadas pelo homem. Tudo que Deus criou merece respeito e atenção, porém o homem ocupa lugar de proeminência, deve ser tratado com respeito absoluto. Com efeito, todos os homens devem viver um amor mutuo, pois devemos amar tudo que Deus ama, e se ele ama os homens com um amor perene também devemos amá-los.

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