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Bendita a boca de um pai que fala do amor de Deus. É como os raios do sol, que fortes atravessam toda a escuridão e amostram o que antes ninguém via. Bendita a mãe que sabe dar carinha ensinando. É como como uma bela rosa, que, sim, sim, possui espinhos, porém que mais ensinam do que as belas pétalas. Benditos os filhos que sabem amar seus peais nas lágrimas e nas felicidades, pois são como a terra que sabe receber a chuva e dá bons frutos.

Quantos não são os filhos que somente esperam que seus pais sejam afagáveis, mas no momento que veem a dureza de suas palavras, logo querem dissiparem-se deles não mais olharem no seu rosto com olhar de carinho, e, longe deles, quererem olhar com grande sentimento de orgulho por ter bons pais. Não são poucos os momentos que os filhos, até os mais instruídos, olham para os seus pais com olhar de desprezo por eles ter lhes falado com agudeza. Se pode ter por comum esse sentimento até um certo ponto.

Tudo extrapola a normalidade quando os filhos, horas depois de terem tomado uma bronca, não retornarem ao seu estado normal e aceitam que realmente estavam em erro. Não é aceitável que eles queiram odiar os pais para sempre, por não se curvarem aos seus desejos e lhes fazerem reis em palavras destorcidas. Tudo está preso ao senso da estrita realidade. Não se pode aceitar que a loucura passageira alcance graus sórdidos, que lhes leve a abandonar a família.

Todos nós filhos devemos saber que nossos pais possuem muitas limitações e que vezes, poucas vezes, eles realmente tomam decisão em dissonância com a realidade. Porém, devido aos longos anos, muitas vezes seus castigos, broncas, admoestações são totalmente sensatas e devem serem escutadas, para que em nossa vida não amarguramos a dor de não ouvir aqueles que tinham razão.

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